Carnaval: saiba como evitar a 'doença do beijo'

O vírus pode se manifestar apenas um mês depois da contração

Publicado em 07/02/2018
Casal se beijando

Repleto de bloquinhos para dançar e se divertir com os amigos, o Carnaval é uma das épocas do ano mais animada. É, ainda, um período de amores inesperados, que acontecem durante a folia. Mas apesar de toda curtição, cuidado: a probabilidade de contaminação por doenças também é grande nessas condições. É justamente nesses dias que aumentam as chances de contrair herpes simples, gripe, sapinho e a famosa "doença do beijo".

A principal transmissão da "doença do beijo" ocorre com a troca de saliva. Mas os sintomas aparecem de 30 a 45 dias depois. Febre alta, desconforto abdominal, vômitos, dor muscular e inchaço dos gânglios são algumas das reações.  

E, daí, mesmo com o tratamento durante semanas, o indivíduo infectado ainda é capaz de propagar a doença. Além disso, o vírus fica incubado no organismo por toda a vida. Toda vez que a imunidade cai, ele se reativa, e então vem a necessidade de recorrer novamente aos medicamentos.

Tem como evitar a 'doença do beijo'?

A melhor dica é manter em dia a higiene bucal, evitando a proliferação de bactérias e a entrada de vírus na boca. Uma boa escovação, incluindo a língua, é essencial, pois em uma única gota da saliva podem existir mais de 2 bilhões de bactérias.

Também tenha bastante cuidado com o excesso da bebida alcoólicas, pois essas podem aumentar o risco de desidratação e contribuir para que outras doenças se instalem no organismo. 

Foto: Pixabay